Edição Anais Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas V.7, n.1 2014
ISSN ONLINE - Nº 2317-9686
Apresentação
O Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas, em sua 23ª edição, consolida-se como um espaço estratégico de debate científico, acadêmico e social, promovendo reflexões urgentes sobre os desafios ambientais contemporâneos e seu impacto direto sobre a vida no planeta, em consonância com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e a Agenda 2030.
Durante o evento, a cidade de Poços de Caldas torna-se um território de diálogo e construção coletiva do conhecimento, reunindo diferentes saberes e experiências voltadas à compreensão das relações entre biodiversidade, sociedade, economia, saúde, qualidade de vida e sustentabilidade.
Com o tema “A Extinção das Espécies: o Colapso Silencioso do Planeta”, o congresso promoveu reflexões e debates sobre os impactos das crises ambientais e climáticas na sociedade, na economia e na qualidade de vida das populações. Ao reunir especialistas, pesquisadores, gestores públicos e representantes da sociedade civil, o evento consolidou-se como um importante espaço de diálogo, compartilhamento de conhecimentos, apresentação de pesquisas científicas e construção coletiva de caminhos e políticas públicas voltados à preservação ambiental e à promoção de um futuro mais sustentável.
Corpo Editorial
Comissão Organizadora
Gisele Ferreira
Diretora da GSC Eventos Especiais
Josy Gal
Financeiro
Márcia Oliveira
Coordenadora de Eventos
Marina Stano
Coordenadora de Eventos
Comissão Científica
Valquíria Mikaela Rabêlo
Fabricio Santos Ritá
Afonso Peche
Claudiomir da Silva Santos
Generci Dias Lopes
Hernani Santana
Joziana de Paiva Muniz Barçante
Leandro Gustavo Silva
Luciano dos Santos Rodrigues
Marcelo Simão
Rosângela Francisca de Paula
Valquíria Mikaela Rabelo
Vera Navarro
Periodicidade
Os artigos são publicados anualmente após avaliação e apresentação presencial no congresso.
Normas
Este Manual de Normatização é uma obra colaborativa, elaborada pela Comissão Científica do Congresso, com o objetivo de esclarecer dúvidas dos congressistas e estabelecer as normas para inscrição no evento, submissão de trabalhos, redação dos resumos e publicação nos anais e e-books do evento.
1. INSCRIÇÃO Para se inscrever, o congressista deverá acessar o site do evento (https://www.meioambientepocos.com.br) e clicar na aba "Inscrição", onde será direcionado ao formulário de inscrições. O congressista deverá preencher o formulário com os dados solicitados e enviar a inscrição conforme as orientações disponíveis no próprio formulário. Após o envio, deverá escolher a forma de pagamento (boleto ou PIX) e efetuar o pagamento dentro dos prazos estabelecidos, seguindo as orientações fornecidas no formulário. O congressista será o único responsável pela veracidade das informações fornecidas, especialmente em relação a dados como nome e endereço de e-mail. A Comissão Organizadora do evento não realizará correções nos dados informados no ato da inscrição. Após efetuar a inscrição, o congressista poderá acessar novamente o formulário para verificar se a inscrição foi efetivada, ou seja, se o pagamento foi reconhecido pela organização do evento. A inscrição garante o direito de participar do evento e de submeter até 2 (dois) trabalhos científicos. Para informações sobre políticas de cancelamento e reembolso, entre em contato com a Comissão realizadora e organizadora, GSC Eventos, pelo e-mail coordenacao@gsceventos.com.br.
2. SUBMISSÃO :Depois de efetuar a inscrição, os congressistas poderão submeter trabalhos. O formulário de submissão estará disponível dentro do formulário de inscrições. Os trabalhos deverão ser submetidos em formato Word (.docx), seguindo o modelo: Resumo expandido: deve ter no mínimo 4 e no máximo 6 páginas, incluindo tabelas, gráficos, quadros, imagens e referências. Os resumos poderão ser apresentados como pesquisa, estudo de caso ou revisão. Para trabalhos do tipo revisão, sugere-se a utilização do diagrama PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses), preenchido e inserido como figura no texto. O modelo do diagrama pode ser obtido no site https://www.prisma-statement.org/prisma-2020-flow-diagram. No momento da submissão, o congressista deverá anexar duas cópias do resumo: Uma versão SEM autorias, que será utilizada para avaliação pela Comissão Científica. Uma versão COM autorias, que será utilizada nas publicações (anais e ebooks) do Congresso, caso o trabalho seja aprovado. Essa exigência visa garantir que as avaliações sejam realizadas de forma cega e imparcial. Os resumos submetidos só serão aceitos para avaliação pela Comissão Científica após a confirmação do pagamento da inscrição no evento. Nem a Comissão Organizadora nem a Comissão Científica do Congresso se responsabilizam pela veracidade ou exatidão dos dados fornecidos durante a submissão, especialmente quanto aos nomes dos autores e títulos dos trabalhos. É responsabilidade do congressista revisar essas informações com atenção ao preenchê-las, pois elas serão usadas nos certificados e não poderão ser editadas posteriormente. O resumo deve seguir rigorosamente o template disponível no site do Congresso. Não é permitido, sob nenhuma circunstância, alterar o layout geral do arquivo. Além disso, aplicam-se as seguintes regras para a submissão: Cada participante pode submeter até 2 (dois) trabalhos vinculados à sua inscrição. Cada participante pode ser coautor de até 6 (seis) trabalhos, incluindo os submetidos por sua inscrição. Cada trabalho pode ter até 6 (seis) autores. Os autores deverão anexar um documento de autorização declarando que os trabalhos submetidos na plataforma serão publicados nos anais do evento. Caso autorizem, os trabalhos também poderão ser incluídos no e-book, caso sejam selecionados. Ressalta-se que apenas os resumos com 06 páginas serão considerados para compor os e-books.
3. LINGUAGEM ESPERADA Os resumos expandidos deverão ser redigidos em linguagem científica, ou seja, de forma impessoal e na terceira pessoa. O texto deve ser claro e objetivo, evitando impressões subjetivas ou sem fundamentação. A redação deve ser modesta, pois resultados bem conduzidos se destacam por si mesmos, sem a necessidade de insinuar erros em trabalhos de outros pesquisadores. Para mais informações sobre linguagem científica, o congressista pode consultar o link: https://www.ufrgs.br/fagro/joomla/files/PPGSOLO/RECOMENDAES__REDAO_CIEN TIFICA_v4.pdf .
4. FORMATAÇÃO ADEQUADA Todo texto deverá ser redigido em fonte Times New Roman, tamanho 12, com espaçamento entre linhas de 1,5 e recuo de parágrafo de 1,25 cm. As margens devem ser de 3 cm para as partes superior e esquerda e de 2 cm para as partes inferior e direita. Com exceção do título, o restante do texto deve ser alinhado de forma justificada. As citações e referências bibliográficas, bem como a padronização de imagens e tabelas, deverão seguir as normas da ABNT NBR 10520:2023. Recomenda-se fortemente que o congressista consulte o Guia para Elaboração de Citações, elaborado pelo Serviço de Biblioteca e Documentação da Universidade de São Paulo, disponível no link: https://usp.br/sddarquivos/arquivos/citacoes10520.pdf.
O resumo deverá apresentar a seguinte estrutura:
Título: escrito em caixa alta, centralizado e em negrito.
Autores: os autores devem vir centralizados e em negrito. Cada autor deverá ser identificado por numeração e separados por virgula. A afiliação e o respectivo e-mail vem abaixo, também centralizados, porém em itálico e sem negrito.
Grupo temático e eixos: as pesquisas devem se enquadrar em um dos quatro grupos temáticos do Congresso, conforme detalhado no Anexo
Resumo: deverá conter no máximo 200 palavras, incluindo delimitação do tema, objetivos, metodologia, resultados e conclusão. O texto deve ser claro e coeso.
Palavras-chave: recomenda-se utilizar palavras que não estejam presentes no título, visando ampliar o repertório de busca. Devem ser organizadas em ordem alfabética, separadas por ponto e vírgula e finalizadas por ponto. É esperado que sejam de 3 a 5 palavras.
Introdução: deve apresentar a delimitação do tema, o problema da pesquisa, a justificativa e os objetivos. Essas informações podem ser embasadas por outras pesquisas, utilizando citações.
Metodologia: deve ser clara e detalhada, permitindo que os leitores compreendam e, se necessário, repliquem o estudo. Indique o tipo de pesquisa (qualitativa, quantitativa ou mista), descreva as etapas realizadas e informe a análise estatística aplicada, se houver.
Resultados e discussão: parte essencial do trabalho, onde os resultados devem ser apresentados na sequência das etapas descritas na metodologia. A discussão é fundamental para interpretar os dados e verificar se corroboram ou não com outras pesquisas. Recomenda-se o uso de figuras e tabelas para ilustrar os resultados, sem ultrapassar o limite de páginas ou sobrepor informações textuais.
Conclusão ou Considerações Finais: deve ser clara e objetiva, respondendo diretamente aos objetivos da pesquisa. Atenção! Escolha uma opção ao qual se enquadre sua pesquisa e apague a outra no template.
Agradecimentos: tópico opcional para mencionar financiamentos ou apoio recebido.
Referências: devem seguir as normas da ABNT NBR 10520:2023.
5. AVALIAÇÃO Antes de iniciar o processo de avaliação, o resumo será submetido a um teste de antiplágio. Caso seja constatada fraude, o trabalho será recusado pela Comissão Científica. É importante destacar que a violação de direitos autorais é CRIME, previsto no artigo 184 do Código Penal. O PROCESSO DE AVALIAÇÃO SERÁ CONSTITUÍDO POR DUAS ETAPAS:
PRIMEIRA ETAPA: On-line
O resumo submetido on-line na plataforma será avaliado pela Comissão Científica, composta por mestres e doutores na área. A avaliação será cega e resultará em um dos seguintes pareceres: Aprovado, Aprovado com Ressalvas ou Reprovado.
Critérios de avaliação da primeira etapa:
Relevância do trabalho.
Adequação às normas científicas.
Desenvolvimento dos tópicos conforme este manual [Título; Autores; Eixo; Resumo; Palavras- chave; Introdução; Metodologia; Resultados e Discussão; Conclusão; Agradecimentos (se necessário) e Referências – seguindo os critérios destacados acima].
Observações importantes: No caso de parecer Reprovado, não será permitido realizar ajustes ou substituir o trabalho. No caso de parecer Aprovado com Ressalvas, o trabalho será devolvido ao autor correspondente para que realize os ajustes necessários. Após a revisão, o trabalho poderá ser Aprovado ou Reprovado. Trabalhos com parecer Aprovado seguirão para a segunda etapa de avaliação.
SEGUNDA ETAPA: Avaliação durante o evento presencialmente Na segunda etapa, o trabalho deverá ser apresentado oralmente no evento em formato de banner, preferencialmente elaborado em papel, visando um evento mais sustentável.
Critérios de avaliação da segunda etapa:
Formato: Banner de 90 x 120 cm, com equilíbrio adequado entre texto e figuras.
Tempo: Apresentação de até 5 minutos.
Domínio do conteúdo, qualidade visual do banner e respeito às normas estabelecidas. Introdução: traz a delimitação do tema, problematização, justificativa e objetivos.
Metodologia: é pautada na nos critérios cientificos.
Resultados e Discussão: apresentam os resultados de forma clara e discutem os dados com outras pesquisas.
Conclusão ou Considerações Finais: responde o objetivo proposto e apresentam propostas de continuidade ou estudos futuros.
6.PUBLICAÇÃO :Para que os trabalhos sejam publicados nos anais do evento e, se selecionados, nos e-books, é indispensável que sejam apresentados no Congresso, passando pelas duas etapas de avaliação. Em nenhuma hipótese o trabalho será publicado sem a apresentação por pelo menos um dos autores.
001_TECNOLOGIA SOCIAL PARA REUSO DE ÁGUAS NO SEMIÁRIDO_O CASO DAS FOSSAS VERDES NO SERTÃO CEARENSE
002_MODELAGEM QSPR DA SORÇÃO NO SOLO DE HERBICIDAS CARBOXÍLICOS
003_PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PRODUTORES RURAIS SOBRE O RISCO AMBIENTAL DO USO DE HERBICIDAs
004_ALTERAÇÕES FÍSICO-QUÍMICAS EM ÁGUA COM TANQUES-REDE
005_COMPOSIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA ENTOMOFAUNA EDÁFICA DE UMA REGIÃO DA CAATINGA EM SEABRABA
010_EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A AGENDA 21 DO PEDAÇO
011_AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES SANITÁRIAS NO BAIRRO DA FRANCILÂNDIA, MUNICÍPIO DE ABAETETUBA
012_A IMPORTANCIA DO LOCAL EXPERIMENTAL COMO REFERENCIA NO SISTEMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
013_MONITORAMENTO DO ÍNDICE DE ESTADO TRÓFICO (IET) DO CÓRREGO DO BUGRE, ALUMÍNIO
014_SUSTENTABILIDADE, UMA IDEIA PRESENTE NO BRASIL NO INÍCIO DO SÉCULO XIX
015_CARACTERIZAÇÃO DOS INDICADORS DE DEGRADAÇÂO AMBIENTAL (DESERTIFICAÇÃO) NO MUNICÌPIO DE CARAÚBAS
016_DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES MICROBIOLÓGICAS DA ÁGUA DO ALTO CURSO DO RIO PARAÍBA
017_MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA EM MANANCIAIS DO ALTO CURSO DO RIO PARAÍBA
019_ANÁLISE DO PERFIL DOS CONSUMIDRES DA FEIRA AGROECOLÓGICA DA CIDADE DE TABIRA-PE
022_ELABORAÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS AMBIENTAIS O CASO DA BAÍA DE GUANABARA
024_DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE QUALIDADE DA ÁGUA DA
028_POLITICA NACIONAL DE RESIDUOS SOLIDOS
029_MUDANCAS CLIMATICAS_SEUS EFEITOS NA SAUDE E OS GRUPOS POPULACIONAIS MAIS AFETADOS
031_PERSISTENCIA DO OLEO ESSENCIAL DE ARRUDA EM MILHO ARMAZENADO INFESTADO COM O GORGULHO DO MILHO
032_LEPIDOPTEROS DO PARQUE ECOLOGICO FELISBERTO NEVES_ BETIM_ MINAS GERAIS
037_A PERCEPÇÃO DE ESTUDANTES SOBRE BIOCOMBUSTÍVEL
039_IMPACTOS AMBIENTAIS DE DESMONTE DE ROCHAS EM PEDREIRAS DE GRANITO DE CAICÓ-RN
040_O PROJETO LUGARES DE APRENDER DO NO PARQUE ESTADUAL DE PORTO FERREIRA
043_PEQUENOS MAMÍFEROS NÃO VOADORES EM UM FRAGMENTO PARTICULAR EM SÃO SEBASTIÃO DO OESTE – MG.
046_ESTUDO BATIMÉTRICO DA LAGOA DO PARAÍSO SUL DO ESTADO DO AMAZONAS – AMAZÔNIA OCIDENTAL
052_CUSTOS DE PRODUCAO DE MANDIOCA_DESVENDAMENTO ENTRE PLANTIOS CONVENCIONAL E ALTERNATIVO
053_PRODUCAO SUSTENTAVEL DE MANDIOCA DE AGROECOSSISTEMAS FAMILIARES DO AGRESTE DA PARAIBA
056_DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS QUÍMICOS DE ÁGUA SUBTERRÂNEA UTILIZADA NA IRRIGAÇÃO
057_USO_DE_SEMENTES_DO_GENERO MORINGA PARA CLARIFICACAO DE AGUAS COM DIFERENTES NIVEIS DE_TURBID
058_PRODUTIVIDADE AGRICOLA EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS NO VALE DO RIBEIRA _ SP
059_AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA CIDADE DE ARARAS-SP
060_CLASSIFICAÇÃO ECOTOXICOLÓGICA DO INSETICIDA CARBOFURAN PARA UM CARAMUJO NEOTROPICAL
062_INFLUENCIA DO MANEJO SANITARIO NA INFECCAO POR HELMINTOS
063_PROJETO TINGIMENTO VEGETAL UMA ALTERNATIVA SUTENTÁVEL
064_VAI UMA GELADA GENETICAMENTE MODIFICADA AI
065_Atividade de lazer e recreação em praias fluviais no município de Rosana
066_DIAGNOSTICO DOS POSTOS DE ENTREGAS VOLUNTARIAS DE MANAUS
068_SITUAÇÃO AMBIENTAL DE AGROECOSSISTEMAS IRRIGADOS DE BANANEIRA DE IPANGUAÇU – RN
073_UMA COMUNIDADE DE TRABALHADORES EM SALINAS
074_SANEAMENTO BÁSICO_MEIO AMBIENTE E SAÚDE PÚBLICA
075_MÉTODO ALTERNATIVO DE ERRADICAÇÃO DO CAPIM GENGIBRE SEM DANOS AMBIENTAIS
076_ENTOMOFAUNA DE UMA ÁREA EM REGENERAÇÃO APÓS PERTURBAÇÃO POR INCÊNDIO
078_DESENVOLVIMENTO DE UM JOGO COMPUTACIONAL ENVOLVENDO TEMAS AMBIENTAIS
079_PROJETO NOSSO RIO RESULTADOS DE AÇÃO EDUCATIVA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO GUAÍBA
081_EFETIVIDADE DO EXTRATO DE OFICIAL DE SALA NO CONTROLE DA LAGARTA ROSCA
082_ATIVIDADE HORMONAL DO EXTRATO DE TIRIRICA NA RIZOGÊNESE DE ORA PRO NOBIS
083_BALNEÁRIOS FLUVIAIS EM CIDADES DO PONTAL DO PARANAPANEMA USO E CONSERVAÇÃO DO ESPAÇO
084_OS PARQUES URBANOS DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ-MT
087_ANÁLISES SENSORIAL E FÍSICO-QUÍMICAS DO DOCE DAS SEMENTES DE ACEROLA
088_DIVERSIDADE DE FUNGOS MACROSCÓPICOS EXISTENTES NA MATA DO IFSULDEMINAS – CÂMPUS MUZAMBINHO
092_PRINCÍPIOS DE DIREITO AMBIENTAL EM QUESTÃO
093_Reciclagem De Garrafas Pet Na Propagação De Lichia E Carambola
094_CLASSIFICAÇÃO ECOTOXICOLÓGICA DO INSETICIDA FIPRONIL PARA O PEIXE DA ESPÉCIE PACU
096_APRECIAÇÃO DA FORMA DE DESCARTE DE PNEUS INSERVÍVEIS NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB
097_BENEFÍCIOS_AMBIENTAIS_DA_ARBORIZAÇÃO_URBANA_EM_MOGI _GUAÇU,_SP
098_PRINCIPAIS_CONFLITOS_DA_ARBORIZAÇÃO_URBANA_EM_MOGI_G UAÇU,_SP
099_AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A CONSERVAÇÃO DO MUTUM-DE-ALAGOAS
104_CULTIVO DE HORTALIÇAS EM PEQUENAS ÁREAS URBANAS
108_JOGO DIDÁTICO_ENSINANDO E PRATICANDO EDUCAÇÃO AMBIENTAL
109_PADRÕES ESTRUTURAIS DA REGENERAÇÃO NATURAL EM UMA FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL, LAVRAS, MG.
112_O USO DE JOGOS DIDÁTICOS NO ENSINO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
113_O PERIGO DAS PLANTAS EXÓTICAS NAS PRAÇAS PÚBLICAS DO MUNICIPIO DE TERESÓPOLIS – RJ
115_SISTEMA DE BAIXO CUSTO PARA IRRIGAÇÃO AUTOMATIZADA
117_CARACTERIZAÇÃO DO CARVÃO PIROLÍTICO DE PIMENTA VERMELHA BRASILEIRA
119_AGRICULTURA FAMILIAR COM PRECISÃO NA PRODUÇÃO
121_ADOÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE PRODUÇÂO DE LEITE NO ÂMBITO FAMILIAR
124_USO E OCUPAÇÃO DA TERRA NA ZONA DE AMORTECIMENTO AO NORTE DO PARQUE NACIONAL DO CAPARAÓ
126_PROJETO SOCIOAMBIENTAL MIL ÁRVORES
128_POLUIÇÃO SONORA E SAÚDE NA ÁREA CENTRAL DO MUNICÍPIO DE GOVERNADOR VALADARES
133_ESTUDO DA COMPOSIÇÃO DO ZOOPLÂNCTON NA PORÇÃO LESTE DA
136_CARACTERIZAÇÃO DO RESÍDUO SÓLIDO MUNICIPAL DO DISTRITO DE GÖPPINGEN_,_20ALEMANHA
137_ADSORÇÃO DO HORMÔNIO 17α-ETINILESTRADIOL COM USO DE CARVÃO ATIVADO GRANULAR COMERCIAL
142_EXTRATO AQUOSO DE MASTRUZ UMA ALTERNATIVA NATURAL NO CONTROLE BIOLOGICO DE FORMIGAS DE FOGO
147_CARACTERIZAÇÃO DA PIMENTA VERMELHA BRASILEIRA USADA NA PRODUÇÃO CARVÃO PIROLÍTICO
148_AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS NA AGRICULTURA FAMILIAR
150_MEIO AMBIENTE SOB O SILÊNCIO_PERCEPÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS ACERCA DE PROBLEMÁTICAS AMBIENTAIS
151_DIVERSIDADE DE BROMELIACEAE NA APA SANTUÁRIO ECOLÓGICO DA PEDRA BRANCA, CALDAS, MG
152_USO DE GLIFOSATO PELA AGRICULTURA FAMILIAR EM CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA, ESTADO DO PARÁ.
155_O MODELO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA NO JAPÃO
159_AS PESQUISAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA
160_USO DE GLIFOSATO PELA AGRICULTURA FAMILIAR EM CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA, PARÁ
162_A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO DISCIPLINA
164_ANÁLISE GRAVIMÉTRICA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DISPOSTOS NO ATERRO SANITÁRIO DE CIANORTE – PR
166_ISO 14001 COMO INSTRUMENTO DE SUSTENTABILIDADE
167_PERCEPÇÃO DA IMPORTÂNCIA DAS MATAS CILIARES DO CÓRREGO CACAU (CONFRESA – MATO GROSSO) PELOS
168_QUALIDADE DA ÁGUA DO CÓRREGO CACAU E DA ÁGUA SERVIDA NO MUNICÍPIO DE CONFRESA – MATO GROSSO.
171_REMOÇÃO_DE_NITRATO_UTILIZANDO_CARVÃO_ATIVADO_DO_BAG AÇO_DE_MANDIOCA_COMO_ADSORVENTE-1
262_DIVERSIDADE DE ABELHAS EM ÁREA DE ECÓTONO PARA MANGUEZAL EM ESTAÇÃO QUENTE EM SANTA CATARINA
266_ANÁLISE DA DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DO MUNICÍPIO DE TOLEDO – PR
269_BIOSUPORTE ECOLOGICO COM PET_UMA ALTERNATIVA PARA A REDUÇÃO DO LIXO URBANO
272_EVOLUÇÃO DA VEGETAÇÃO NATURAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO JUNDIAÍ MIRIM ENTRE 1972 E 2013
277_AVALIAÇÃO DE PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DO RIO ITAPICURU-MIRIM NO MUNICÍPIO DE JACOBINA BAHIA
279_PIRÓLISE_TECNOLOGIA APLICÁVEL AO TRATAMENTO TÉRMICO DE RESÍDUOS PERIGOSOS AO MEIO AMBIENTE
280_CARACTERIZAÇÃO DE COMPÓSITOS DE CONCRETO UTILIZANDO AGREGADO MIÚDO DO VIDRO
288_DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESIDUOS SÓLIDOS NO MUNICIPIO DE ARAGUARI (MG)
291_IMPACTOS AMBIENTAIS EM CORPOS HÍDRICOS NA UFRRJ
303_USO E OCUPAÇÃO DA TERRA NO MANANCIAL DE ABASTECIMENTO
304_ANÁLISE DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO
305_SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL EM OBRAS FORMAIS E INFORMAIS DE TEÓFILO OTONI
307_IDENTIFICAÇÃO DA GERAÇÃO DE COPOS PLÁSTICOS EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
308_ATROPELAMENTO DE FAUNA SILVESTRE ENTRE MARABÁ E PARAUAPEBAS_BR-155 E PA-275
309_IDENTIFICAÇÃO DA GERAÇÃO DE COPOS PLÁSTICOS EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
310_ANALISE DA AUTONOMIA DAS POPULAÇsES TRADICIONAIS NO USO DOS RECURSOS NATURAIS
312_ANÁLISE COMPARATIVA DA ARBORIZAÇÃO EM DOIS BAIRROS DA CIDADE DE LAVRAS-MG, BRASIL
313_SUSTENTABILIDADE DA PISCICULTURA
316_ESTUDO DA GERMINAÇÃO DE Bauhinia Variegata COM DIFERENTES METODOS DE QUEBRA DE DORMÊNCIA
317_ESPÉCIES DA FAUNA URBANA DE MARABÁ E PARAUAPEBAS_CONHECER PARA PRESERVAR
318_ANÁLISE DA AREÁ DE PROTEÇÃO AMBIENTAL AO LONGO DO RIO CEREJA – BRAGANÇAPARÁ.
319_APA DAS ONÇAS ANÁLISE SOCIOJURÍDICA DAS PROBLEMÁTICAS AMBIENTAIS E SUAS POSSÍVEIS RESOLUÇÕES
322_DESTINO FINAL DOS PNEUS INSERVÍVEIS NA CIDADE DE PELOTAS-RS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS RELACIONADAS
325_ESTUDO DE ESTRUTURA POPULACIONAL EM UM FRAGMENTO DE FLORESTA SEMIDECÍDUA SOB O IMPACTO DO FOGO
326_APLICAÇÃO DE TÉCNICAS DE BIOMONITORAMENTO PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA
328_ACESSO E DIREITO À SAÚDE COMO AÇÕES SOCIAIS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL
330_AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DO USO DE LAMA MISTA COMO FERTILIZANTE
331_PERCEPÇÃO E CONDUTA AMBIENTAL EM RELAÇÃO AO LIXO…
332_TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE E EXPANSÃO URBANA NA REGIÃO METROPOLITANA DE GOIÂNIA_GO
334_ESTABELECIMENTO IN VITRO DE Handroanthus impetiginosus (Mart. ex. DC Mattos)
335_DIAGNÓSTICO DO PERFIL DOS USUÁRIOS DE PLANTAS MEDICINAIS DO MUNICÍPIO DE POÇOS DE CALDAS-MG.
336_CONTROLE DA QUALIDADE DA ÁGUA DO PERÍMETRO RURAL DO OESTE DE SC
338_IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS NA FLORETA ESTADUAL DE AVARÉ
340_CARACTERIZAÇÃO POR CROMATOGRAFIA GASOSA DO ÓLEO DE MAMONA VISANDO A PRODUÇÃO DE BIODIESEL
343_AVALIAÇÃO DA AUTODEPURAÇÃO DO CÓRREGO DOS ARCOS MUNICÍPIO DE ARCOS – MG
344_AVALIAÇÃO DA ECONOMIA DE ÁGUA EM UMA INDÚSTRIA DE CONCRETO USINADO NO MUNICÍPIO DE ARCOS – MG
347_ANÁLISE DA VARIAÇÃO DO ÍNDICE DE VEGETAÇÃO DA BARRAGEM DO ARROIO DURO
348_DESENHANDO PARA UM FORTALECIMENTO DA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL
350_IMPACTO CAUSADO POR MINERADORAS EM CAVERNAS DE LITOLOGIA CALCÁRIA
353_AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA POPULACIONAL DE BREU NA FLORESTA NACIONAL DO AMAPÁ. AMAPÁ-BRASIL
354_ESTUDO DE ADSORÇÃO DE CROMO(III) E (VI) EM SOLUÇÃO POR LATOSSOLO VERMELHO.
356_FITOSSOCIOLOGIA NA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO CARIRI PARAIBANO
357_IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES PIONEIRAS EM ÁREAS DEGRADADAS DO CARIRI PARAIBANO, PB
362_MÉTODO DE ESTRATIFICAÇÃO DE AMBIENTES PARA GESTÃO DE
363_METODOLOGIA IAC PARA ANÁLISE DE PAISAGEM
364_CRESCIMENTO E MORTALIDADE DE GRUPOS FUNCIONAIS EM BORDAS FLORESTAIS NATURAIS
365_AGRICULTURA FAMILIAR E NUTRIÇÃO ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE AIURUOCA-MG modificado
367_TREINAMENTO DOS RESPONSÁVEIS PELOS RESERVATÓRIOS DE ÁGUA DO OESTE DE SC.
368_O EDUCANDO COMO SUJEITO ECOLÓGICO PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ESPAÇO ESCOLAR
371_UM OLHAR SOBRE A COLETA DE LIXO NA CIDADE DE SANTA RITA DE CALDAS
372_REGULARIZAÇÃO DE ÁRES DE CONFLITOS
374_QUALIDADE FÍSICO-QUIMICA DA ÁGUA DE ALGUMAS NASCENTES DE MUZAMBINHO – MINAS GERAIS
377_O IMPACTO DO ATERRO CONTROLADO SOBRE A POTABILIDADE DA ÁGUA
379_EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO DA TRABALHADORA RURAL UMA REALIDADE NO MUNICÍPIO DE MONTE BELO
380_EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA COMO INSTRUMENTO PARA A PRESERVAÇÃO E
382_ECOLOGIA O CULTIVO DE MUDAS NATIVAS EM VIVEIRO ECOLÓGICO
383_DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIBEIRÃO BOA VISTA NO MUNICÍPIO DE BOTELHOS – MG
384_COPROCESSAMENTO COMO MÉTODO SEGURO E SUSTENTÁVEL PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
385_CONTAMINANTES AMBIENTAIS UMA REFLEXÃO SOBRE SEUS EFEITOS SOBRE A SAÚDE E SOBRE O MEIO AMBIENTE
386_COLETA SELETIVA EM UM AMBIENTE SOCIOEDUCATIVO NA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO
387_AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO PARQUE MUNICIPAL DE MUZAMBINHO
389_ANÁLISE E DIAGNÓSTICO AMBIENTAL ADEQUAÇÕES AO NOVO CÓDIGO FLORESTAL UM ESTUDO DE CASO
391_A RECUPERAÇÃO DE ÁREA DEGRADADA NO CAMPUS MUZAMBINHO-MG UMA ALTERNATIVA ECOLÓGICA
393_O EDUCANDO COMO SUJEITO ECOLÓGICO PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ESPAÇO ESCOLAR
394_O USO DA TURBINA TESLA NO ARPOVEITAMENTO ENERGÉTICO EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE GÁS NATURAL